Significados

ACIDEZ:

é uma das cinco principais características do café - alem do sabor, aroma, corpo e retrogosto - e deve ser percebida na parte lateral da língua.

ADSTRINGÊNCIA:

sabor seco e incomodo que alguns cafés possuem.

AFFOGATO:

espresso com sorvete de creme e calda de chocolate.

AFTERTASTE OU RETROGOSTO:

sabor residual que permanece na boca após um gole de café. Pode ser breve ou prolongado, bom ou ruim, dependendo do sabor e da qualidade da bebida.

AMARGOR:

sabor capitado no fundo da língua, na maioria das vezes por causa da cafeína.

ARÁBICA:

gênero de cafeeiro mais cultivado no Brasil (coffea arábica).

AROMA:

perfume do café na xícara.

BAR:

unidade de medida de pressão usada como referência em maquinas de espresso (a maioria dos modelos compactos tem uma pressão media de 15 bar).

BARISTA:

profissional responsável pelo preparo do café, principalmente espresso e de bebidas à base de café.

BLEND:

combinação de grãos de café de diferentes regiões, características e variedades.

BORRA:

resíduo do café após a extração.

CAFEÍNA:

alcalóide presente no café.

CAPPUCCINO:

espresso com leite e leite vaporizado (espuma), com ou sem chocolate em pó.

CARIOCA:

espresso com água quente, o que o deixa mais fraco (geralmente se desperdiça a primeira parte escura do espresso, deixando-se cair fora da xícara Mmais ou menos 6 segundos, aproveitar o restante e encher a xícara).

CEREJA:

denominação comum do grão de café no estagio ideal de maturação.

CEREJA DESCASCADO:

grão seco sem a casca e com pergaminho.

CLASSIFICADOR:

profissional que sabe distinguir os grãos do café por sua qualidade - tamanho, aspecto e defeitos.

CORPO:

peso da bebida na língua.

CREMA:

espuma de cor caramelizada que recobre o espresso, e o mantém aquecido.

DEFEITOS:

Grãos preto, verdes, disformes ou ensacados com impurezas, como pedras e cascas, e que proporcionam um café de qualidade inferior.

DEGUSTADOR:

profissional que avalia as características sensoriais da bebida na xícara.

DESPOLPADO:

grão seco sem a casca, a polpa e a mucilagem.

DOÇURA:

sabor captado na ponta da língua (os melhores cafés são naturalmente doces).

DOPPIO:

dose dupla de espresso (xícara pequena - extrair um espresso curto, trocar o pó do porta-filtro, extrair novamente um espresso curto, desta vez para completar a xícara. Obs.: Espresso muito encorpado).

ESPRESSO:

café preparado em máquina apropriada, sob alta pressão.

ESPECIAL (GOURMET):

nível de qualidade do café que pode ser atestado por selos de associações ou certificadoras.

ESTATE COFFEE:

cafés cultivados em uma única fazenda, produzidos artesanalmente e com características sensoriais próprias.

EXTRAÇÃO:

preparo de bebida em que a água quente passa pelo pó do café.

IRISH COFFEE OU CAFÉ IRLANDÊS:

espresso com uísque, com ou sem chantily.

LATTE ART:

desenho feito na espuma do cappuccino.

LONGO:

espresso longo, com maior tempo de extração (tradicional espresso brasileiro - xícara pequena - extrair o espresso até a marca interna da xícara 50 ml).

MACCHIATO:

espresso com leite e leite vaporizado (espuma) mais forte que o cappuccino (xícara pequena - extrair um espresso ¾ da xícara (italiano) e completar com uma boa camada de espuma de leite).

MOAGEM:

trituração dos grãos já torrado na granulometria ideal para cada tipo de preparo.

MOCHA:

cafeteira do tipo italiana.

MOCHACCINO:

espresso com leite vaporizado e calda de chocolate.

MUCILAGEM:

camada viscosa e doce que recobre o grão de café.

NATURAL:

grão seco com a casca.

PENEIRA:

classificação do grão por seu tamanho.

ROBUSTA (CONILON):

segundo gênero de cafeeiro mais cultivado no Brasil (coffea canephora).

RISTRETTO:

espresso curto, com menor tempo de extração, o que o deixa mais concentrado (tradicional espresso italiano – xícara pequena - extrair o espresso de 18 a 30 ml de água).

SECAGEM:

retirada da umidade do grão verde de forma natural, em terreiros ao sol, ou mecanicamente, em aquecedores.

TERROIR:

assim como o vinho, o café tem características peculiares vinculadas a região do cultivo, como clima, topografia e solo.

TORRA:

aquecimento do grão verde (cru) em torradores, o que libera os óleos aromáticos e confere sabor a bebida.

VARIEDADES:

linhagens de café, naturais ou criadas por institutos de pesquisa, como mundo novo, catuaí, bourbon, obatã, entre outras.
Fonte: Guia Espresso